Atualmente não é possível apagar completamente um projeto do Embrapa I/O. Ocorre que a remoção de dados é um tema sensível, que deve ser tratado com extremo cuidado. Por conta disso, neste momento, um projeto criado na plataforma permanecerá ocupando permanentemente o nome unix que tenha sido alocado e seus dados, tal como código-fonte, documentação e as instâncias das builds, permanecerão disponíveis.
Entretanto, por diversos motivos e visando manter o painel do Embrapa I/O organizado, pode ser necessário arquivar um projeto. O arquivamento de projetos atua executando 4 ações:
- Desabilita os repositórios de suporte do projeto;
- Desativa todas as instâncias de builds de todas as aplicações;
- Descarta as aplicações que nunca chegaram a ser criadas; e
- Remove toda a equipe do projeto, tornando-o inacessível.
Sobre o terceiro item: uma aplicação recém-solicitada permanece em uma fila até que o autômato da plataforma crie o seu repositório no GitLab. Se o projeto for arquivado antes disso, essa aplicação não chegou a existir — não há repositório nem build —, e por isso ela é simplesmente descartada, em vez de guardada como histórico. Isso também evita que o autômato siga tentando criá-la indefinidamente, já que o grupo do projeto passa a ser somente leitura.
Vale notar que arquivar o projeto inteiro não é o único caminho. Se a intenção for retirar apenas uma aplicação, mantendo o projeto e as demais ativas, utilize a remoção de aplicações.
Atenção! Antes de executar os passos abaixo, execute o backup de todas as instâncias de builds, de todos os repositórios do GitLab e, opcionalmente, do histórico de erros. Após arquivar o projeto, o backup não será mais possível!
Para iniciar o processo de arquivamento do projeto, um Architect deve acessar a opção no menu contextual:

Após ler o aviso e aceitar os termos, um PIN (one-time password) será enviado ao e-mail do usuário (Architect) para confirmar a ação.

Por fim, basta inserir o código e clicar em “Arquivar” para iniciar o processo.
Resgatando um projeto arquivado
O arquivamento não é definitivo: nada é apagado, e um projeto arquivado pode voltar a ser trabalhado.
Como o arquivamento retira toda a equipe, não sobra ninguém no projeto para reverter a situação — nem mesmo quem era Architect. O resgate, portanto, precisa ser feito por um administrador da plataforma, que readiciona ao menos um membro à equipe. É esse ato que desarquiva o projeto.
A partir daí, a plataforma refaz o caminho de volta sozinha:
- O projeto reaparece na dashboard de quem foi incluído na equipe;
- O grupo do projeto no GitLab deixa de ser somente leitura, e os repositórios das aplicações voltam a aceitar escrita; e
- Os acessos às ferramentas integradas (Sentry, Matomo e SonarQube) são restabelecidos para a equipe.
Duas coisas, porém, não voltam sozinhas:
- As instâncias de builds foram desfeitas no arquivamento e precisam ser implantadas novamente, estágio por estágio. As configurações de build (variáveis de ambiente, volumes) são preservadas.
- Os repositórios de suporte (
io-web,io-doce afins) continuam desabilitados, e devem ser reativados pela dashboard, na mesma tela em que foram criados.
Já as aplicações que haviam sido descartadas por nunca terem chegado a existir (o terceiro item da lista acima) não retornam — elas nunca tiveram repositório. Se ainda forem necessárias, basta criá-las de novo, com o mesmo nome.